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COMUNIDADE NOSSA SENHORA DA PENHA
No final da década de 50, o Bairro da Penha era uma grande área de invasão. Nessa época, as pessoas se reuniam em um cruzeiro que havia no bairro para rezar do terço. O Sr. Carioca, então proprietário da área onde hoje se localiza a escola Zilda Andrade, cedeu parte desse terreno para a construção da primeira capela do bairro. No local foi erguido um barraco feito de estuque e palha e ali eram celebradas missas todos os domingos. A comunidade fazia parte da paróquia de Jucutuquara. Através de um acordo feito com a prefeitura, a área onde estava a capela foi cedida para a construção da escola e uma nova igreja foi construída na área do atual colégio Polivalente, mas não havia documentos que comprovassem o acordo. Além da capela para a padroeira, o bispo da época, Dom João Batista, orientou a comunidade para que construísse uma igreja para os Vicentinos, que existe até hoje. A comunidade passou a pertencer à Paróquia de Maruípe e, na gestão do Pe. José Nabais, a comunidade sugeriu a construção de uma igreja no alto do morro para estar mais próxima da população menos favorecida. Assim aconteceu. A igreja erguida se chamava Santa Luzia e ali as missas eram celebradas em domingos alternados. No início da década de 90, a Prefeitura cedeu uma parte do terreno onde hoje se localiza o Horto de Maruípe para a comunidade. No local foi construído um barraco de madeira, que passou a ser a sede. A comunidade se reuniu ali até 1996, quando a prefeitura retomou a posse da área. Em dezembro do mesmo ano o Conselho se reuniu e aprovou a compra de um imóvel na Rua Ozéas Farias Miranda para a construção da igreja. Porém, em 2000, em visita pastoral, Dom Hélio Adelar Rubert, bispo auxiliar, não achou o local adequado para se construir a capela. A comunidade, então, comprou outros dois imóveis na mesma rua para iniciar a construção da igreja, que está em andamento. Contatos da Comunidade: Celina Cavaquini (Coordenadora): 3325-5225 / 9898-4512 / 9779-1170 / 8889-3069 / 8846-5263
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